A restauração dentária em São Caetano do Sul é o tratamento mais comum da Andréia Castro Odontologia, na Av. Goiás, 301, no Santo Antônio. Ela repõe a parte do dente que a cárie destruiu, que quebrou ou que se desgastou, com resina composta na cor do dente. A Dra. Andréia Castro (CRO-SP 134095) faz a maioria das restaurações em uma sessão, e quem chega com restauração que caiu ou dente quebrado tem encaixe no mesmo dia, de segunda a sexta, das 10h às 19h.
Chamar no WhatsApp: (11) 93287-2136 se a restauração caiu ou o dente está doendo.
Quando a restauração dentária em São Caetano do Sul é necessária
A cárie é uma perda de mineral causada por ácidos que as bactérias da placa produzem a partir do açúcar. Começa como mancha branca opaca no esmalte, sem cavidade, fase em que ainda dá para paralisar com flúor e escovação. Quando já abriu cavidade ou passou para a dentina, não regride. Aí é preciso restaurar.
Outros motivos para restaurar:
- Dente lascado ou quebrado por pancada ou por morder algo duro.
- Restauração antiga que trincou, escureceu, infiltrou ou caiu.
- Desgaste do esmalte junto à gengiva, que causa sensibilidade.
- Fechamento de pequenos espaços entre os dentes da frente.
O sinal mais comum é a sensibilidade ao doce, ao frio ou ao quente que passa em segundos. Dor que fica ou aparece sozinha indica cárie perto da polpa, e a solução pode já não ser uma restauração simples. O diagnóstico usa exame clínico e raio-x periapical de consultório, que mostra cárie entre os dentes.
Restauração de resina: como é feita na clínica
A clínica trabalha com resina composta, que reproduz cor e translucidez do dente e se une ao esmalte por adesão. Tudo acontece na mesma sessão:
1. Escolha da cor
Com o dente ainda úmido, a Dra. Andréia compara a escala de cores ao seu dente; dente seco fica mais claro e engana. Se você pretende clarear, a restauração da frente vem depois do clareamento.
2. Anestesia, quando necessária
Cáries rasas em esmalte às vezes não precisam de anestesia. Cáries em dentina, sim, com anestésico tópico antes da agulha.
3. Remoção da cárie
Com broca e instrumentos manuais, remove-se só o tecido amolecido, preservando o máximo de dente sadio. Restaurações antigas defeituosas saem por completo.
4. Isolamento e adesão
O dente é isolado da saliva, condicionado com ácido e recebe o adesivo, a ponte entre dente e resina. Essa etapa define se a restauração vai durar ou infiltrar.
5. Resina em camadas
A resina entra em camadas finas, cada uma endurecida com luz azul. Em dentes de trás, esculpe-se a anatomia da mastigação; nos da frente, forma e cor são trabalhadas para a restauração sumir.
6. Ajuste e polimento
Você morde um papel-carbono, os pontos altos são removidos e a superfície é polida até ficar lisa e brilhante. Pronta para uso imediato.
Uma restauração simples leva de 30 a 40 minutos; uma grande ou estética, de 60 a 90.
Agendar avaliação pelo telefone (11) 2311-1311 ou pelo WhatsApp.
Quando a restauração vira coroa ou faceta
A resina tem limite. Quando o dente perdeu mais da metade da coroa, quando as paredes que sobraram são finas ou quando ele já passou por canal, a resina tende a fraturar. Nesses casos, a Dra. Andréia indica uma coroa, que envolve o dente inteiro e distribui a força, ou uma restauração indireta de laboratório.
Nos dentes da frente, a decisão é estética. Uma ou duas restaurações pequenas ficam invisíveis. Quando há muitas restaurações antigas, manchas que não clareiam ou alteração de forma, a faceta de resina ou porcelana cobre toda a face do dente. A regra é usar o menor tratamento que resolve, com orçamento por escrito na avaliação.
Restauração caiu: o que fazer
- Guarde o pedaço, se encontrou. Ele ajuda a entender o que aconteceu, mesmo que não seja recolocado.
- Não use cola, cera ou cimento de farmácia. Eles contaminam a cavidade e dificultam a nova restauração.
- Evite mastigar daquele lado e alimentos muito frios, quentes ou doces.
- Escove a região com escova macia, para não acumular comida na cavidade.
- Chame a clínica no mesmo dia. Restauração que caiu tem encaixe dentro do horário. Quanto mais tempo a cavidade fica aberta, mais a cárie avança e maior a chance de fratura do que sobrou.
Se, junto com a queda, há dor forte e contínua ou inchaço, o problema pode ser mais profundo, e a avaliação é ainda mais urgente.
Sensibilidade depois da restauração
Sensibilidade ao frio por alguns dias a duas semanas é esperada depois de uma restauração profunda: o dente foi manipulado perto do nervo e precisa se acomodar. Sensibilidade que dura mais, ou dor ao morder, quase sempre indica ponto de contato alto. É um ajuste de minutos na clínica, e não se espera “acostumar”.
Dor espontânea, ou que acorda à noite, depois de uma restauração profunda pode indicar que a polpa não se recuperou. O próximo passo é o tratamento de canal, e a Dra. Andréia avisa dessa possibilidade quando a cárie é muito próxima do nervo.
Quanto tempo dura e quando trocar
Uma restauração dentária em São Caetano do Sul bem feita, em resina, dura em média de cinco a dez anos, e muitas passam disso. O que reduz a vida útil é bruxismo, cárie nova ao redor, escovação com força e morder gelo ou tampa de caneta. As restaurações são conferidas a cada limpeza e trocadas quando:
- Aparece linha escura na borda (infiltração).
- Há trinca, lasca ou desgaste.
- O raio-x mostra cárie por baixo.
- A cor destoou muito do dente.
Trocar restauração sem defeito só por ter alguns anos não é indicado: cada troca remove dente sadio.
Quando a restauração não é indicada
- Cárie que atingiu a polpa: precisa de tratamento de canal antes.
- Fratura de raiz ou dente destruído abaixo da gengiva: a extração é mais honesta.
- Mancha branca inicial sem cavidade: se controla com flúor e escovação.
- Bruxismo sem controle: restaurar sem placa noturna leva a fraturas repetidas; a placa entra no plano.
O que dizem os pacientes
“Atendimento excelente. A Dra. Andréia é muito profissional, sempre nos dá uma boa orientação sobre os procedimentos a fazer. Indico esse local com alegria.” — Ione e Carlos E., avaliação no Google
A clínica tem nota 4,9 no Google, com mais de 460 avaliações.
Onde fazer e como agendar
Para fazer a restauração dentária em São Caetano do Sul com a Dra. Andréia:
Andréia Castro Odontologia
Av. Goiás, 301 — Santo Antônio — São Caetano do Sul/SP, CEP 09521-310
Telefone (11) 2311-1311 · WhatsApp (11) 93287-2136
Segunda a sexta, das 10h às 19h. Sábado e domingo fechado.
Atendimento particular, com documentação para reembolso do convênio. Sem estacionamento próprio; a Av. Goiás tem Zona Azul.
Chamar no WhatsApp (11) 93287-2136 e contar o que aconteceu. Restauração que caiu e dente quebrado entram no primeiro horário livre.
Restauração dentária em São Caetano do Sul: bairros atendidos
Quem precisa de restauração dentária em São Caetano do Sul encontra a clínica no Santo Antônio. Ela recebe pacientes de toda a cidade: Centro, Santa Paula, Barcelona, Cerâmica, Fundação, Nova Gerti, Olímpico, Oswaldo Cruz, Prosperidade, Santa Maria, São José, Jardim São Caetano, Boa Vista e Mauá. De Santo André, atende moradores do Centro, Vila Assunção, Campestre, Jardim, Vila Bastos, Santa Teresinha, Utinga, Vila Luzita, Paraíso e Parque das Nações.
Perguntas frequentes sobre restauração dentária em São Caetano do Sul
Obturação e restauração são a mesma coisa?
Sim. “Obturação” é o nome antigo, da época do amálgama. Hoje se diz restauração, e o material da clínica é a resina composta, na cor do dente.
Restauração de resina ou amálgama?
A clínica trabalha com resina: adere ao dente, exige menos desgaste de estrutura sadia e tem a cor do dente. Amálgama antigo em bom estado não precisa ser trocado só por ser cinza.
Posso comer logo depois?
Sim, a resina endurece na hora com a luz. Só espere a anestesia passar para não morder a bochecha.
Dói fazer restauração dentária em São Caetano do Sul?
Com anestesia, não. Cáries rasas às vezes nem precisam dela. Depois, sensibilidade ao frio por alguns dias é normal em restauração profunda.
Cárie entre os dentes: como a Dra. descobre?
Pelo raio-x periapical, feito no consultório, e pelo fio dental que desfia sempre no mesmo lugar. Esse tipo de cárie não é visível a olho nu até ficar grande.
